Flexibilização da Quarentena – Como Ficam os Condomínios?

A reabertura estipulada pelo governo já teve seu início há algum tempo, e apesar das orientações de flexibilização nas áreas comuns dos condomínios muitos síndicos ainda se preocupam com a reabertura completa e em como isso afetaria a saúde dos condôminos.

É realmente necessário agir com cautela, o objetivo é que as atividades retomem ao padrão de forma gradativa, tanto para áreas comerciais quanto residenciais. É natural que haja o aumento no fluxo de pessoas o que pode fazer com que os moradores comecem a questionar o síndico sobre a reabertura de academias, piscinas, espaços de convívio comum, etc.

Como síndico é essencial que essa volta seja feita, apesar da pressão dos condôminos, de forma gradual e organizada, seja abrandando proibições ou permitindo que se utilizem os espaços por um tempo maior. É importante entender que apesar da retomada das atividades comuns a saúde e segurança dos moradores e funcionários deve permanecer como prioridade, sendo importante que o síndico redobre os cuidados com a limpeza e oriente os condôminos a permanecerem obedecendo as regras de segurança informadas pelo governo.

É necessário que o isolamento e distanciamento social permaneça sendo respeitado. Nesse caso o síndico pode, por exemplo, permitir apenas que membros do mesmo grupo familiar utilizem certa área comum pelo tempo determinado. É importante que tudo seja feito de forma programada, para que ofereça o menor risco possível, dentro do plano gradual elaborado pelo síndico. Também é essencial que o síndico busque conscientizar os moradores sobre o número de pessoas em cada espaço, principalmente em ambientes internos e com tendência a possíveis aglomerações.

Apesar da flexibilização gradual, ainda é recomendado que ambientes como salão de festas e churrasqueiras ainda não sejam reabertos, tendo em vista que o seu espaço é geralmente utilizado para reuniões festivas, o que não faz sentido no momento pois poderia incentivar os condôminos a organizarem aglomerações. A orientação também é válida para unidades individuais onde reuniões devem ser evitadas.

A reabertura dos ambientes deve ser definida pelo síndico, que tem poderes administrativos e legais para tomar as decisões necessárias nesse momento de flexibilização gradual nos condomínios, porém é necessário tomar cuidado com excessos para não gerar problemas com os moradores, podendo a situação voltar contra o síndico.

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