Consórcio Imobiliário e Financiamento: Qual a diferença?

Ao escolher comprar um imóvel através de crédito imobiliário, você pode optar por consórcio ou financiamento. Confira as principais características de cada um e suas maiores diferenças:

O consórcio pode ser resumido como um grupo de pessoas que se juntam com um mesmo interesse, no caso do imobiliário, juntar quantia suficiente durante determinado tempo para adquirir uma casa. Dessa forma, um integrante por mês é contemplado com o documento para a compra do imóvel, a carta de crédito.

Ele pode ser direcionado para as pessoas que não conseguem juntar uma grande quantidade de dinheiro por conta própria, visto que assumem a obrigação de depositar um valor combinado todo mês. Ao contratar esse serviço, você se torna associado a um grupo de interessados no financiamento e então pagarão parcelas mensais para uma administradora. Entretanto, é necessário realmente se comprometer a este disciplinador financeiro, evitando a todo custo a possibilidade de atraso da prestação.

A principal vantagem para os que escolhem o consórcio é que não há o pagamento de juros, o comprador paga somente a taxa de administração, que varia, em média, de 0,15% a 0,2% ao mês. O valor total da taxa fica entre 18% e 20% sobre o valor do crédito, e são diluídas nas parcelas mensais. Por outro lado, a desvantagem é o tempo incerto para receber o imóvel, além do risco de inadimplência por parte de algum participante do grupo.

Já o financiamento, como o próprio nome retrata, consiste na obtenção de crédito com uma instituição financeira como bancos, e o pagamento é realizado através de parcelas que podem durar até 420 meses (35 anos). É necessário ter uma renda mínima para concretizar a contratação deste serviço, que depende do valor do imóvel prezado.

Uma das vantagens do financiamento é o recebimento mais rápido do imóvel, afinal, o comprador pode recebê-lo assim que o crédito é liberado. Além disso, o preço do imóvel fica garantido pelo contrato de financiamento evitando a preocupação com uma possível inadimplência de terceiros (que pode acontecer no consórcio). Apesar disso, também possui desvantagens: o alto índice de juros e os reajustes anuais, a burocracia envolvida na contratação e a exigência de uma entrada de, geralmente, no mínimo 10% do valor total do imóvel.

Os dois serviços possuem seus pontos positivos e negativos. O ideal é realizar uma análise cautelosa e preparar um planejamento financeiro para escolher a melhor opção de compra.

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